Indumentária, f. Arte do vestuário. História do vestuário. Sistema de vestuário, em relação a certas épocas ou povos.

in Cândido Figueiredo, Pequeno Dicionário da Língua Portuguesa, "Dicionários Bertrand", 21ª ed., Lisboa, Livraria Bertrand, 1981.

Monday, May 24, 2010

Justilho, Roda Petróleo & Aladinas


Estas calças surgem do cruzamento de umas Harém de Vénus e das Pavões de Vénus. São mais estreitas que as primeiras e têm punho no tornozelo como as segundas. São as Aladin[as] de Vénus.
Ressoa a música debaixo da tília,
Lá dançam rapazes e moças,
Lá dançam dois que ninguém conhece,
De figura tão esbelta e nobre.

Eles dançam pairando, para cá e para lá,
De forma estranha e singular,
abanam as cabeças e riem,
A dama põe-se a sussurrar (...)


Heinrich Heine

Testeira, Justilho & Roda Petróleo


O Umbigo de Vénus® tem um novo acessório para complementar trajes. É a Testeira, que se usa na cabeça para decorar e/ou prender o cabelo.

A saia é um novo modelo, curta e rodada para o Dabke. É a Roda.

Marte & Dulband


Não é a primeira vez que o Umbigo de Vénus® faz indumentária para homens, mas é a primeira túnica masculina. Marte será o seu nome.
Vês como em passo flutuante em impulso ondeado os pares
Dão voltas, o chão mal é tingido pelo pé sabedor.
Vejo sombras fugazes, libertas de peso do corpo?
Enlaçam ali elfos ao luar a roda etérea?
Como, embalado por Zéfiro, o fumo leve flui para o ar,
como a barca silenciosa baloiça no fluxo argênteo,
Salta o pé sabedor na onda melodiosa do compasso,
(...)

Friedrich Schiller

Saturday, May 22, 2010

Jardim da Terra


Este Jardim da Terra já anda por aí. Em algodão, frescas para o Verão(!?)... [Jô passeia o Jardim].

Monday, May 17, 2010

"Vénus, o sono, o canto e as danças."

Homero

Saturday, May 1, 2010

Entrelaça-me, Justilho Brocado de Vénus & Harém de Vénus


Elegante e subtil são adjectivos do novo Justilho Brocado de Vénus. Tamanho 36. Único.

Na foto de cima surge um novo adereço para complementar as indumentárias do Umbigo de Vénus® - é o Entrelaça-me.
"E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música."

Friedrich Nietzsche